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Morar sozinho: guia completo para se preparar financeiramente

Morar sozinho: guia completo para se preparar financeiramente

Tempo de leitura: 11 minutos

Não importa a idade, uma hora na vida de quase todo mundo surge o desejo (ou a necessidade) de morar sozinho. Um passo tão importante como esse, e que oferece tantas oportunidades de crescimento, tem como base uma palavra fundamental: planejamento.

Não pense que estamos falando apenas de planejamento financeiro. É certo que ele é o mais importante nesse assunto, mas é um processo bastante desafiador em vários sentidos. Por isso, preparamos um guia completo para te ajudar!

Vamos oferecer dicas para tornar esse momento mais fácil e mostrar pontos importantes que você deve avaliar antes de sair de casa, como o momento certo, todos os gastos envolvidos e como se preparar emocionalmente. Aproveite a leitura!

Como escolher o momento certo?

Sair da casa dos pais é uma decisão muito importante, e isso só deve ser feito após uma boa análise sobre o objetivo de morar sozinho: ter mais liberdade e privacidade, necessidade de mudar de cidade para trabalhar ou estudar ou, quem sabe,viver novas experiências. Qual é o real motivo que te move a procurar mudanças?

Definida a principal razão, é preciso colocar na balança quais são as vantagens e desvantagens de morar sozinho, entender como será o processo e se preparar para sair no momento certo.

Como pontos positivos, podemos listar:

  • liberdade;
  • autonomia;
  • crescimento e amadurecimento;
  • realização pessoal.

Sobre os pontos negativos, considere:

  • muitas responsabilidades;
  • custo alto;
  • solidão.

Agora, um dos pontos mais importantes: considerar o seu atual momento financeiro e se preparar para as ameaças e surpresas que podem acontecer durante esse processo, como a perda do emprego e os imprevistos financeiros. 

Após avaliadas todas essas questões, você conseguirá ver com mais clareza se este é o momento certo para sair de casa ou se deve esperar um pouco mais e sair com segurança. Afinal, você estará só, e enfrentar essas situações será bem mais complexo. 

Como escolher a melhor forma de sair da casa dos pais?

Já parou para pensar se você pretende morar sozinho, com amigos, em uma república ou dividir o aluguel com apenas mais uma pessoa? Isso é importante de ser avaliado com calma e, para isso, é preciso elaborar cenários possíveis.

Imagine-se, por exemplo, dividindo o espaço com amigos. É confortável pensar em compartilhar as responsabilidades da casa e ficar no pé de alguém por não ter feito a sua parte? 

Gostaria de estar em um local onde, possivelmente, terão festinhas e reuniões entre amigos todos os finais de semana ou durante toda a noite? 

O contrário também é válido: você se imagina morando sozinho, tendo que tomar todas as decisões e lidar com afazeres domésticos? Está preparado para os momentos de solidão? 

Sim, a solidão chega de vez em quando e, se você tem muito apego à família, é essencial refletir como (e se) poderá enfrentar esses desafios da melhor forma possível. 

Esse é um preparo psicológico que é importante ser dito, pois morar sozinho não depende só de ter dinheiro, certo?

Opções de moradias possíveis 

Atualmente existem muitas formas de sair da casa dos pais, e graças à tecnologia esse processo está cada vez mais simples  — mesmo com toda a burocracia que ainda existe.

Morar sozinho requer investimento e isso quer dizer que o seu dinheiro será destinado à escolha de uma dessas alternativas:

  • alugar uma casa ou apartamento sozinho;
  • financiar um imóvel, seja na planta ou pronto para morar;
  • dividir o aluguel com outras pessoas;
  • investir em hospedagens por temporada para ter experiências, assim como o Airbnb oferece. 

Onde alugar ou comprar?

Independentemente da escolha que você fizer, prefira sempre fazer negócio com empresas sólidas no mercado e que têm tradição e confiabilidade. Se for alugar, contrate uma imobiliária conhecida e nunca negocie de boca ou informalmente com o proprietário.

Empresas como a Quinto Andar e Zap Imóveis são exemplos de imobiliárias digitais reconhecidas, bem avaliadas entre os consumidores e focadas em facilitar o processo do aluguel. 

Já se você prefere investir na compra de um imóvel, seja por financiamento ou à vista, é essencial contar com grandes empresas do setor da habitação e construção, além de profissionais especializados — como um advogado e um contador.

Como se preparar financeiramente em 5 passos essenciais?

Pode parecer um tanto óbvio, mas saiba que muitas pessoas não fazem um planejamento efetivo antes de sair de casa. Uma pesquisa do SPC Brasil junto com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) constatou que 79% dos entrevistados não têm se organizado financeiramente para viver sozinhos.

Outra informação importante do mesmo estudo é que 34% dessas pessoas endividaram-se ao morar sozinhas. Porém, tenha em mente que quando há um bom planejamento, as chances de contrair dívidas são bem menores. 

Acompanhe os principais passos para montar o seu!

1. Avalie bem a região em que considera morar

Acredite, a localização que você escolher para morar será o fator determinante para a composição do valor do imóvel. 

Se você já começou as buscas, deve ter reparado que um apartamento pequeno, de um quarto, mas localizado em áreas valorizadas, é bem mais caro do que outro mais amplo em regiões mais afastadas — mesmo que tenha muitas opções de conveniência ao redor.

Então, se você deseja morar em um bairro valorizado, prepare-se para investir mais. Já se o seu foco é encontrar uma moradia em uma faixa de preço menor, considere alternativas mais simples e com menor infraestrutura.

Porém, aqui vale uma dica: quando vamos morar sozinhos, precisamos de mais agilidade e comodidade para ir para o trabalho e aos demais locais que costumamos, pois a rotina muda completamente. 

Por isso, avalie se valerá a pena se mudar para um local mais longe porque é mais barato, mas que você gastará muito mais tempo e dinheiro para se deslocar até o trabalho, a faculdade ou a casa dos seus pais, por exemplo.

2. Não se mude sem ter uma reserva (ou não use a sua para esse fim)

Um erro muito cometido por pessoas que se mudam sem planejamento é não fazer a reserva de emergência. Mas atenção: estamos falando da reserva, aquele dinheiro que ficará guardado enquanto não houver, de fato, uma emergência que justifique a sua retirada.

A reserva financeira deve ter entre seis e 12 meses do seu custo de vida. Por exemplo: se gasta o total de R$ 2 mil por mês, o ideal é que tenha guardado entre R$ 12 mil e R$ 24 mil caso perca o emprego ou apenas uma das suas fontes de renda, entre outras situações.

Planejar-se para morar sozinho requer dinheiro para os custos fixos mensais, os iniciais e os variáveis — vamos falar sobre eles adiante —, além da sua reserva financeira.

Ao mudar-se e ter ciência de todos os gastos que você terá , pode acontecer algum imprevisto e, como você estará com o orçamento já comprometido, como vai se virar se não tiver um dinheiro à parte?

Saiba que é em momentos assim que muitas pessoas se endividam e acabam sujando o nome. Então, planeje-se para não cair nessa cilada.

“Ok, mas eu preciso saber o valor exato para montar a minha reserva, como faço?” 

A conta é fácil: se você trabalha de carteira assinada e tem uma certa segurança financeira, defina um valor equivalente a seis meses do seu custo de vida.

Para isso, some todos os seus gastos mensais atuais e multiplique esse valor por seis. Já se você é autônomo, MEI ou profissional liberal, o mais indicado é ter o valor de 12 meses do seu custo de vida disponível. Reúna o quanto gasta por mês e multiplique por 12.

3. Junte todo o dinheiro que puder enquanto não se muda

Enquanto ainda está na casa dos seus pais, tenha foco na sua meta para alcançá-la o quanto antes. Veja no que é possível economizar e como juntar:

  • corte gastos supérfluos ou em excesso, como pedidos de comida por delivery, TV a cabo e coisas que você não precisa, entre outros;
  • faça uma renda extra. Você pode vender bolos, doces, salgados, oferecer aulas de coisas que sabe fazer e realizar pesquisas remuneradas online, entre outras ações;
  • abra uma conta digital remunerada ou escolha um bom investimento em renda fixa para juntar o dinheiro que precisa para se mudar;
  • vá comprando as coisas aos poucos. Se possível, compre produtos que não ocupam muito espaço e vá guardando em casa. Já ouviu histórias de pessoas que vão montando o enxoval de casamento aos poucos? Essa é a ideia aqui.


4. Pague as dívidas que estão pendentes 

Tenha em mente que ao sair da casa dos pais ou parentes, você terá diversas despesas e tomadas de decisão que dependerão apenas da sua responsabilidade. 

Isso inclui ter dinheiro disponível para comprar gás quando acabar, não atrasar as contas de água e de luz, fazer supermercado e muitas outras obrigações.

Tudo isso requer dinheiro, certo? E se você já estiver endividado antes de se mudar, todas essas responsabilidades terão um peso ainda maior. Por isso, quite dívidas de cartão, contas atrasadas e, principalmente, limpe o seu nome.

Além disso, saiba que quitar dívidas não se resume apenas às contas que estão inadimplentes, mas às que estão por vir, mesmo que você não esteja com o nome sujo.

Se você fez muitas compras parceladas e elas ainda estão na metade, tente quitar de forma antecipada para se planejar com as despesas que virão ao morar só. 

É importante ressaltar que muitos bancos oferecem descontos quando o cliente solicita antecipação de parcelas na fatura do cartão, como o Nubank. Pode ser uma alternativa interessante tanto para livrar-se das dívidas quanto para economizar.

5. Considere TODOS os gastos que você terá

Você, que ainda mora com os pais ou parentes, sabe que imprevistos acontecem. É alguém que fica doente e precisa de tratamento urgente, um cano que estoura e precisa de conserto ou uma geladeira que para de funcionar de repente.

São tantos os custos do dia a dia (e os extras) a serem considerados que selecionamos um tópico especial para você fazer essa conta e se preparar. Não se assuste, pois são gastos comuns e que, normalmente, todo mundo tem, então não tem como fugir deles. 

Porém, o que nem todo mundo tem é a visão global das despesas geradas por um lar, mas vamos apresentar cada um delas. Acompanhe.

Gastos do dia a dia e gastos “escondidos” 

Afinal, quanto custa morar sozinho? Olha, são muitas as despesas, mas elas variam de pessoa para pessoa. Existem muitos inquilinos que ganham pouco, mas que vivem bem com o que ganham. O segredo é ter controle e organização.

Quando falamos “todos os gastos”, isso inclui os custos mensais fixos, os mensais variáveis e os investimentos iniciais a serem feitos na casa para sua melhor estadia. Continue e entenda como funciona cada um.

Custos mensais fixos para quem mora de aluguel

  • aluguel;
  • condomínio;
  • IPTU;
  • seguro incêndio (serviço cobrado por algumas imobiliárias).

Custos mensais fixos para quem tem financiamento imobiliário

  • prestação da casa ou do apartamento (sujeita a reajustes anuais);
  • IPTU;
  • condomínio (para quem mora em apartamento ou casa de condomínio);
  • seguro incêndio (lembrando que nem todas as imobiliárias cobram esse serviço).

Aqui, é importante considerar gastos fixos mensais que são bem particulares como mensalidades, prestações de compras e financiamentos estudantis ou de automóveis, entre outros. Nunca se esqueça de incluí-los no planejamento!

Custos mensais variáveis

Esses gastos são aqueles que você também tem obrigação de pagar todos os meses, mas que variam um pouco o valor. Estipule uma média desses gastos na sua região:

  • luz;
  • água;
  • gás;
  • alimentação;
  • transporte (caso você utilize além de ir para o trabalho);
  • internet, telefone e TV;
  • higiene pessoal;
  • transporte.

Custos iniciais quando se muda de casa 

Sim, se você achou que ia escapar deles, sinto dizer que se enganou. Chegamos em um dos pontos mais importantes, mas que muitas pessoas se esquecem de colocar na lista: os gastos com a mobília e com o transporte para fazer a mudança

Por isso, é importante ter em mente se você vai mobiliar a casa nova e ir comprando os móveis aos poucos, ou investir em um imóvel já mobiliado. Saiba que todas as alternativas têm seus prós e contras.

Caso opte por comprar seus próprios móveis, provavelmente você não terá o dinheiro para comprar tudo de uma vez. Porém, investir na sua mobília vai garantir mais conforto e praticidade no dia a dia e você vai poder levá-los sempre com você. 

Se essa for a melhor alternativa, compre aos poucos e lembre-se de sempre comparar preços e baixar apps que oferecem descontos ou cashbacks nas compras.

Já se você prefere investir em um imóvel mobiliado, saiba que, na maioria das vezes, eles cobram um valor mais alto no aluguel ou na compra, justamente por já oferecer os móveis. Vale a pena fazer as contas e ver qual opção será a mais vantajosa no seu caso.

Selecionamos os principais itens domésticos que devem ser levados em conta caso opte pela compra:

  1. geladeira: em média R$ 2 mil;
  2. fogão: em média R$ 1 mil;
  3. microondas: em média R$ 400;
  4. mesa: em média R$ 400;
  5. TV: em média R$ 1.500;
  6. guarda-roupa: em média R$ 800;
  7. máquina de lavar roupas: em média R$1.200;
  8. colchão e cama de solteiro ou casal: variam entre R$ 600 e R$ 1.300;
  9. roupas de cama e banho: em média R$ 150;
  10. rack ou estante para sala: em torno de R$ 400;
  11. armário de cozinha: em média R$ 400;
  12. sofá pequeno: em média R$ 800;
  13. louças, utensílios de cozinha e de limpeza da casa: em média R$ 150;
  14. chuveiro elétrico simples (nem todos os locais oferecem): aproximadamente R$ 50;
  15. custo com carreto para mudança: depende da região em que você mora, do tamanho da mudança e do tempo necessário para fazê-la. 

Vale lembrar que cada caso é um caso e o estilo de vida e gostos individuais influenciam muito no investimento desses produtos. 

Por exemplo: há quem prefira guarda-roupas pequenos e há quem queira investir em modelos maiores e melhores. Avalie suas preferências e determine até quanto pode investir em cada item.

Outra dica importante é o fato de que muitos apartamentos já contam com guarda-roupa embutido e armários de cozinha, resultando em menos gastos com a sua mudança.

Além disso, não é todo mundo que precisa ter todos os móveis de uma vez para mudar. Como o objetivo é morar sozinho, é necessário adequar a sua realidade ao orçamento e definir as prioridades.

Quais são os erros cometidos por quem sai da casa dos pais?

  • não ter planejamento ou um que seja eficiente e executável;
  • não fazer as contas de forma integral;
  • escolher uma localização ruim;
  • mudar-se sem ter dinheiro para imprevistos;
  • não se imaginar morando só;
  • escolher um imóvel incompatível com sua renda ou realidade econômica;
  • não controlar os gastos diários;
  • fazer um financiamento imobiliário sem considerar o fato de que viverá ali por muitos anos. Por isso, avalie a possibilidade de viver de aluguel nos primeiros anos sozinho;
  • escolher pessoas incompatíveis com seu estilo de vida para dividir o aluguel — inclusive quando são amigos;
  • querer comprar toda a mobília de uma vez e se endividar com o cartão de crédito.

Como realizar seu sonho de morar sozinho?

Viu quantos erros são cometidos e quanta frustração poderá evitar? Agora, veja o que você realmente deve fazer durante o processo!

Não se apresse para mudar 

É importante ter conhecimento de quanto dinheiro precisará para morar sozinho, saber o tipo de imóvel ideal para a sua realidade e correr atrás do seu objetivo sem afobação, pois esse é um passo muito importante e precisa ser bem pensado.

Por mais tentador que seja ter seu próprio espaço, saiba que, muitas vezes, dá para esperar um pouco mais e se mudar quando você tiver mais segurança e claro, mais estabilidade financeira.

Não se empolgue nas compras

Quando o assunto é morar só, é preciso sempre ter em mente que, na maioria das vezes, você não precisará de tantas coisas no início, pois na sua casa tudo será determinado apenas por você e é preciso se virar com o que tem no começo. 

Claro que não estamos falando para receber visitas em local confortável ou comprar apenas um prato e um copo, mas pense: você precisará mesmo de uma TV 4k de 55 polegadas? Ou de uma geladeira de 500 litros? Provavelmente, não.

Por isso, não se empolgue comprando itens além do necessário ou da capacidade que você realmente precisa. Segure a tentação de investir no que há de melhor para a sua casa e pense na relação custo-benefício.

Faça as compras certas

Aqui no blog nós amamos dar dicas para você economizar, mas também amamos falar sobre compras que são realmente eficientes e resolvem (ou previnem) problemas. 

Não adianta, por exemplo, investir em um frigobar por ser mais barato se você tem o costume de cozinhar ou pedir comida no delivery (e cujas sobras precisam ser guardadas). Apesar de representar um investimento menor, muitas vezes o frigobar não costuma ser eficiente mesmo para quem mora sozinho. 

Da mesma forma, não é vantajoso investir no guarda-roupa menor e mais barato que você encontrar se ele não for de um bom material, por exemplo, ou não for suficiente para armazenar tudo o que você precisa. 

Por isso, antes de fazer qualquer compra, pense em aliar preço, qualidade e eficiência sem abrir mão das suas reais necessidades. 

Economize nas compras certas

Ao escolher os itens certos é preciso procurar todas as alternativas para economizar. Você pode comprar em outlets, adquirir móveis usados, mas que estejam bons e inscrever-se nos sites das lojas para receber cupons de descontos, por exemplo.

Outra ideia é procurar itens em lojas de reforma de móveis, garimpos, topa-tudo, brechós, ou trocar o que não usa mais pelo que precisa em plataformas de trocas de produtos entre usuários. 

Ainda, é possível se atentar às melhores datas para comprar, como Black Friday, Cyber Monday e, se possível, esperar pelo final do mês. Geralmente, é um período em que as lojas lançam descontos e promoções para bater a meta mensal de vendas.

Economize fazendo você mesmo

Você é daquelas pessoas criativas que faz tudo o que usa? Se sim, é hora de colocar essa habilidade em prática na sua própria casa! 

Está sem grana para comprar uma cama nova? Faça a sua com paletes de madeira (ou caixotes) e economize muito. Procure tutoriais na internet que possam te orientar e use a imaginação!

Curta o processo da mudança

Viver não é só pagar contas, assim como a sua mudança não deve ser vista como um peso ou uma situação em que você viverá perdendo o sono por medo de se endividar ou de não conseguir se adaptar.

É um erro pensar que para morar sozinho “só” precisa de dinheiro. Você também precisa se preparar psicologicamente para essa mudança — que, no início, não será fácil.

Se você tomou a decisão de morar sozinho, encare isso como uma realização pessoal, um salto para amadurecer, ter novas responsabilidades e, principalmente, novos desafios e experiências.

Por fim, saiba que o mais importante de entender como morar sozinho é não se esquecer de considerar (absolutamente) todos os custos . Por isso, planeje com calma e antecedência e só coloque o plano em prática quando tiver analisado os prós e contras e realmente tiver segurança no processo. 

Afinal, você não vai querer voltar para a casa dos seus pais com a frustração de não ter conseguido realizar o seu sonho, certo?

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Aline Oliveira

Jornalista formada pelo UniBH, com especialização em Marketing Digital. Adora conversar sobre economia, finanças, investimentos, empreendedorismo e carreira.
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