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Coronavírus: Quais os Impactos Para o Nosso Bolso?

Talvez você faça parte do grupo de pessoas que, inicialmente, achou que era apenas uma gripe e que a mídia estava fazendo alarde na população. Ou pode ser do time dos que deram credibilidade aos fatos, mas nem imaginava os reflexos disso no mundo todo, certo?

Em ambos os casos, estamos falando de um assunto inevitável: o coronavírus!

Este é o tema mais comentado ultimamente nos jornais, redes sociais, por profissionais de comunicação, artistas e influencers.

E não é por pouco: afinal, a pandemia (epidemia em escala global) tem impactado a vida de todo mundo: pobres, ricos, quem trabalha, quem não trabalha, crianças, jovens, adultos e idosos. 

Todos, de certa forma, sentirão os efeitos dessa crise que atinge praticamente a todos o continentes. Inevitavelmente, as consequências serão graves e tudo isso mexe com a economia de forma geral e, claro, com o nosso bolso

Muitos canais falam sobre como o COVID-19 afetou a economia dos países, mas… E a nossa economia? Nosso orçamento? Nossas contas? O que muda na nossa vida?

Reunimos todas essas informações, baseadas em pesquisas internas que fizemos, para você!

O que é o coronavírus, como começou e como se espalhou pelo mundo?

O coronavírus — COVID -19 — como o nome já entrega, é um vírus; causador de doença infecciosa de síndrome respiratória que surgiu na cidade de Wuhan, na China. As causas ainda não estão comprovadas, mas existem suspeitas de que morcegos tenham infectado o Pangolim, animal exótico em extinção que é vendido na China e o mais traficado no mundo.

Os vírus do grupo corona são transmitidos de animais para humanos, por isso, classificados de zoonoses. Assim, acredita-se que o contato de humanos com esses animais infectados pode ter ocorrido em feiras que vendem animais exóticos, atividade popular na China.

Com isso, em Wuhan, originou-se o primeiro caso dessa infecção de risco global e que tem contaminado milhares de pessoas em todos os continente, causando os impactos que temos visto. 

Os sintomas da doença são muito parecidos com os de uma gripe comum: febre, coriza, tosse (seca ou com secreção), dor de garganta e, em casos mais graves, falta de ar.

Para prevenção, a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que seja feita a completa higiene das mãos, com frequência, principalmente quando chegar da rua, pois o vírus é de fácil transmissão e, a qual acontece pelo contato com pessoas infectadas por meio de aperto de mão, abraço, beijo e toque em objetos contaminados.

Por que “novo” coronavírus?

O coronavírus não é uma doença nova, apesar de muitos estarem conhecendo somente agora, com a pandemia. Segundo a Secretaria de Saúde de São Paulo, o vírus surgiu em meados dos anos 1960. Os SARS-COV, espécie de coronavírus mais grave, ficou conhecido em 2002, sendo os primeiros relatos também originários na China.

Nesse período, o vírus também se disseminou rapidamente pelos continentes e infectou mais de 8 mil pessoas, das quais resultaram em cerca de 800 mortes. Porém, o surto foi controlado em 2003 e no ano seguinte já não havia mais nenhum caso relatado da doença. Em 2012, o vírus surgiu novamente nos países do Oriente Médio, Ásia e África, porém, sem causar a crise que vivemos hoje.

Em dezembro de 2019, surgiu uma nova variação do vírus, que especialistas acreditam ser uma mutação genética do coronavírus anterior. Por isso, o nome é COVID-19. Da China para outros países, a transmissão correu rapidamente devido às viagens realizadas por turistas, à negócios e diversas outras formas de contato.

Ressaltamos que, apesar de estarmos vivendo uma pandemia, a doença resulta em poucas mortes, em relação ao total de infectados. Os sintomas mais severos, que vão além dos sinais de uma gripe comum como vimos acima, surgem com mais frequência em pessoas com saúde mais frágil como os idosos, principalmente acima de 80 anos.

Além disso, pacientes com enfermidades crônicas como asma e pressão alta e pessoas que fazem tratamentos mais sérios de saúde, como câncer, fazem parte do quadro de pessoas que mais são suscetíveis à gravidade da doença.

O impacto do vírus na vida das pessoas

O COVID-19 tem influenciado direta e indiretamente a vida das pessoas por todo o mundo. O início da doença não gerou tanta movimentação por parte de autoridades na China e, com isso, o vírus se alastrou de forma assustadora pela Ásia. Com o passar do tempo, o número de casos confirmados e mortes passou a chamar atenção e assim, medidas de prevenção começaram a ser pensadas para que a doença não atingisse o nível que vemos hoje.

Por isso, a Organização Mundial da Saúde orienta a todos os países que tomem ações sérias de prevenção, como é o caso do isolamento social e proibição de aglomerações. Essas medidas causam um enorme impacto na vida dos cidadãos, independentemente de classe social.

Com a rotina que as pessoas levam atualmente, é desafiador adotar estratégias para sair o mínimo possível de casa e diminuir o contato com infectados e, assim, o risco de transmissão. O alerta que os órgãos de saúde fazem é que quanto menos pessoas estiverem circulando por locais públicos, menos a doença tem chance de se propagar. 

Há o grande desafio de que nem todas as pessoas podem adotar o isolamento social, devido à compromissos de trabalho por exemplo; bem como várias outros dependem da circulação de pessoas para conseguirem desempenhar suas funções: motoristas de aplicativo, quem trabalha com prestação de serviços em salões de beleza, venda de produtos na rua, seguranças, profissionais da área de eventos, autônomos, entre outros.

Por outro lado, com menos pessoas transmitindo o vírus, mais possibilidades a doença tem de ser controlada ou finalizada. E assim, as atividades poderiam voltar à normalidade em um período menor de tempo.

O tempo de permanência do vírus é de, aproximadamente, 14 dias no corpo humano e se não houver novas transmissões, a epidemia perde força. 

Por isso, de fato é fundamental deixar de frequentar lugares públicos sempre que possível, como academias, restaurantes, bares, shoppings e clubes e todo ambiente que reúna grande quantidade de pessoas. Em algumas cidades, como é o caso de Belo Horizonte, a prefeitura determinou o fechamento temporário desses estabelecimentos.

Mas a dica é válida também para evitar visitas a parentes, especialmente os que fazem parte do grupo de risco!

Infelizmente, a redução drástica da circulação de pessoas não é o único problema gerado pelo COVID-19 na vida das pessoas. O pânico gerado pela divulgação excessiva de notícias, muitas vezes falsas e, principalmente, em redes sociais, faz com que muitas pessoas tomem atitudes que não colaboram com o coletivo.

Por que você não deve estocar alimentos e produtos de higiene?

O reflexo do pânico vivido com toda essa crise se dá também pela intenção da população em estocar alimentos e produtos de higiene pessoal com medo da falta deles no mercado. O pensamento é até compreensível, pois com o surto podem ocorrer os impactos econômicos que veremos adiante, mas a atitude não é recomendada.

Isso porque nem todas as pessoas podem comprar esses produtos agora e, se uma parte da população começar a estocar, corremos o risco de não haver abastecimento para todos, agravando ainda mais a crise. 

Além disso, com a alta demanda, há a possibilidade de aumento de preços como forma de controlá-la. O que também prejudica quem não correu para o supermercado para fazer estoque.

E ainda há outro agravante: nessa corrida aos supermercados, muitos descumprem as orientações de resguardo dada, já que o indicado é sair do lar apenas quando for, de fato, necessário. A corrida aos supermercados acaba superlotando locais que deveriam ser evitados nesse momento devido à propagação do vírus. 

Ou seja, enquanto uns correm para exagerar nas compras, acabam deixando outros sem nada, principalmente a população de baixa renda.

Essa, inclusive é a classe mais prejudicada e a que fica mais vulnerável à doença, pois sofre com a exposição excessiva aos vírus, já que dependem de transporte público para chegar ao trabalho, muitas vezes têm acesso limitado à saneamento básico, e é mais impactada pelo aumento dos preços nos supermercados. 

O impacto do coronavírus na economia do Brasil

Em uma crise mundial como essa, é inevitável falar das perdas, dos riscos para a economia e de como todas as cadeias são impactadas. Pessoas podem perder seus empregos, deixam de vender suas mercadorias por conta do isolamento social e muito outros impactos são percebidos.

O reflexo disso é tanto que, se declarada situação de calamidade pública no Brasil —  pedido já aprovado pelos deputados e que agora segue para aprovação no Senado —  as contas públicas terão um rombo de R$124,1 bilhões e só poderão ser restabelecidas após muitos meses. 

Como a pandemia afeta os mercados, a exportação e qual a relação  com a China 

A China é uma das maiores potências econômicas do mundo. É de lá que recebemos muitos dos produtos e serviços que utilizamos aqui no Brasil. Além disso, a China é o maior comprador das nossas exportações. Ou seja, com uma crise dessa proporção, as exportações e importações do país são gravemente prejudicadas.

Talvez pareça distante falar em “importações e exportações”. 

Se pensarmos pelo lado de que empresas brasileiras podem ficar sem insumos que vêm da China para sua produção, ou que outras empresas perde fica fácil imaginar que o financeiro dela ficará comprometido e, assim, várias pessoas podem ser impactadas (principalmente funcionários).

A mesma coisa acontece com empresas exportadoras: se o principal comprador reduz a demanda drasticamente, o fluxo de caixa também pode ficar muito comprometido e, por isso, exigir medidas mais drásticas.

Somente em janeiro e fevereiro deste ano, durante o surto do vírus pelo país, as exportações caíram 17%, resultando em uma queda de mais de US$ 17 bilhões para a economia brasileira. 

Isso acontece porque, com a epidemia, além de a demanda internacional diminuir em vários casos, os negócios e transações comerciais são impactados, pois as empresas perdem mão de obra, o serviço se torna escasso, a confiabilidade do mercado nessas empresas cai e investidores vendem suas ações.

Com uma economia global desestabilizada, os brasileiros também sofrem com uma inflação nas alturas para alguns produtos. A exemplo do álcool em gel, do papel higiênico e dos produtos de limpeza que tiveram aumento bastante acentuado nesse período devido a alta procura. O protagonista nesse cenário é o álcool em gel que teve aumento de mais de 160% em plena crise.

Como o coronavírus afeta o comércio e as empresas

Muitos países  não tomaram medidas rigorosas, como as recomendadas pela OMS para conter o avanço da epidemia, que é a de que as pessoas devem ficar em suas casas e evitar sair pelas ruas para diminuir o contágio. Diante da situação alarmante, medidas drásticas precisam ser tomadas e muitas cidades decretaram o fechamento do comércio.

Com isso, muitas empresas ficam fechadas por tempo indeterminado e assim, a economia fica fortemente comprometida. Há muito menos pessoas circulando, indo trabalhar e ou comprando, causando um verdadeiro colapso em vários segmentos. 

Em um país como o Brasil, em que as micro e pequenas empresas são responsáveis por cerca de 54% dos empregos formais, dá para imaginar o impacto que esses negócios sofrem com a paralisação ou redução drástica das atividades por um ou dois meses. 

Alguns dos que mais estão sendo impactados são o setor da aviação, do turismo e transporte. Para se ter uma ideia, um levantamento da Cielo – ICVA (Índice Cielo do Varejo Ampliado), informa que o setor de Turismo e Transporte teve uma queda de 28,5% entre os dias 9 e 12 de março, período em que a pandemia já avançava pelo Brasil.

A mesma pesquisa, em contrapartida, mostra que os super e hipermercados e as farmácias tiveram um saldo positivo nessa mesma época e registraram um aumento de 18,6% e 12,6% respectivamente. Apesar de as associações de supermercados por todo o país reforçarem a normalidade dos estoques, muita gente preferiu abastecer-se de insumos básicos.

Como o COVID-19 afeta as profissões  

De maneira geral, várias profissões sofrem a influência do coronavírus de alguma forma; seja pela questão econômica, pela mudança na rotina de trabalho, ou pela possibilidade de exposição ao vírus.

O problema enfrentado por muitos profissionais deve ser visto com a perspectiva da solidariedade: trabalhadores informais, comerciantes, prestadores de serviço, cuidadores, diaristas, entre outros, serão muito impactados. 

No cenário brasileiro, em que quase 12 milhões de pessoas, em fevereiro de 2020, estavam desempregadas, tem-se uma certa preocupação também com o aumento desse número: algumas empresas estão evitando contratar nesse período conturbado e, invariavelmente, outras precisarão reduzir o quadro de funcionários para sustentar sua permanência no mercado.

Principais profissões expostas e impactadas pelo coronavírus

Motoristas de ônibus, trabalhadores da área da saúde (como médicos, enfermeiros, recepcionistas, faxineiros de hospitais), jornalistas, trabalhadores de supermercados e farmácias, seguranças de estabelecimentos, policiais e bombeiros são algumas das profissões que não podem parar e acabam se submetendo ainda mais aos riscos da doença.

A restrição de mobilidade, cancelamento de eventos, isolamento social, transporte e movimentação de produtos afetam uma grande quantidade de pessoas que dependem desses serviços, como clientes/consumidores e também como profissionais que têm profissões que demandam contato. 

Com a recomendação de que as pessoas evitem circular pelas ruas, reduzem-se os eventos, as festas e comemorações, impactando todo este setor. Motoristas de aplicativos e de Táxi têm menor demanda de serviço devido à baixa movimentação e ao risco e, com isso, não ganham o seu sustento

A mesma coisa acontece com profissionais de estética e beleza, como manicures, esteticistas e com as diaristas que perdem, por tempo indeterminado, a sua forma de ganhar dinheiro. Vendedores ambulantes, pequenos comerciantes, artesãos, donos de lanchonetes e representantes comerciais são impactados da mesma forma.

Medidas emergenciais aprovadas pelo governo

Devido à queda na atividade econômica, que já está sendo percebida por diversos segmentos como bares, restaurantes, shoppings centers, empresas de turismo e companhias aéreas, o Governo Federal anunciou um pacote de medidas para auxiliar a população e os empresários neste momento

No total, até o dia 20/03/2020, o governo definiu que destinará R$ 169,6 bilhões para medidas emergenciais. Desse montante:

  • R$ 11,8 bilhões serão destinados diretamente ao combate ao coronavírus; 
  • até R$ 98,4 bilhões será para assistência à população mais vulnerável; e 
  • até R$ 59,4 bilhões para manutenção de empregos.

Entre elas estão alguns benefícios fiscais para as companhias; proposta de teletrabalho; antecipação de férias individuais; decretação de férias coletivas, redução da jornada de trabalho, desconto de banco de horas, mudança no recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), facilitação da concessão de crédito por parte dos bancos, entre outros.

Entenda mais sobre algumas dessas medidas, que podem influenciar (e muito!) o impacto do coronavírus nas suas finanças.

Mais saques do FGTS

O saldo do FGTS pode ser usado como garantia para a população tomar empréstimos. Esse formato de empréstimo, conhecido como empréstimo com garantia, tem taxas mais baixas que algumas outras linhas de crédito e pode ser uma alternativa em situações de emergência.

Também nesse contexto, para colocar ainda mais recursos à disposição da população que precisar, os valores não sacados do PIS/Pasep serão transferidos para o FGTS, para permitir novos saques. 

Antecipação do 13º salário dos aposentados e pensionistas

O 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS será adiantado para pagamento da primeira parcela entre os dias 24 de abril e 8 de maio, e da segunda parcela entre 25 de maio e 5 junho, a segunda parte do benefício. As datas já confirmadas para pagamento você pode conferir neste link.

Benefícios fiscais para empresas 

O Governo Federal afirmou que não vai cobrar tributos da importação de produtos médicos até o final deste ano. Assim, itens como máscaras cirúrgicas e álcool em gel são prioridades para redução de tributos e durante o processo de importação, denominado desembaraço aduaneiro.

Outra medida proposta visa conter o fechamento de empresas e a demissão de funcionários durante a crise. Para isso, será concedido suspensão do pagamento do FGTS, pelas empresas, por três meses. Os funcionários não serão prejudicados – o governo subsidiará o valor durante esse período.

Ainda nesse propósito, as contribuições que são devidas ao Sistema S serão reduzidas em 50% por três meses. Também foi suspenso pagamento da parte referente à União no Simples Nacional.

Antecipação do Abono Salarial

O abono salarial do PIS/Pasep também foi antecipado para junho. Somente com este recurso, estima-se a injeção de mais de R$ 12 bilhões na economia ainda no primeiro semestre.

Benefícios para trabalhadores autônomos e informais

No dia 18 de março, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou que o governo vai liberar até R$ 200,00 mensais, por três meses, para trabalhadores informais, desempregados e microempreendedores individuais (MEIs) que sejam de família de baixa renda.

Serão destinados R$15 bilhões aos trabalhadores que fazem parte do Cadastro Único (CadÚnico) e que não recebem benefícios sociais.

OBS: esse auxílio não poderá ser acumulado com benefícios previdenciários, BPC, Bolsa Família ou seguro-desemprego.

A medida visa auxiliar no enfrentamento dos prejuízos causados pela epidemia no Brasil. Porém, a proposta ainda não está totalmente formalizada e só entrará em vigor se a declaração de calamidade pública for aprovada de fato. Além disso, para micro e pequenas empresas estuda-se liberar R$ 5 bilhões em forma de crédito.

Outras medidas importantes do Ministério da Economia

Com o objetivo de reforçar o sistema de saúde nesse período de cuidado em relação ao coronavírus, mais de R$ 4,5 bilhões do fundo DPVAT será destinado ao SUS.

Outro estímulo que é positivo para todos os cidadãos brasileiros é o corte, temporário, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre produtos necessários na luta contra o COVID-19. Também houve redução das taxas de importação para produtos de uso médico-hospitalar.

O governo também autorizou algumas questões operacionais para bancos, as quais buscam facilitar a renegociação de diversas operações de crédito, concessão de empréstimos, etc. 

Na prática, as medidas aumentam a capacidade de concessão de crédito das instituições financeiras e ajudam e as taxas também ficarão menores.

A taxa de juros, no empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS será de 1,80% ao mês (atualmente é de 2,08%) e a taxa de juros do cartão de crédito será reduzida de 3% para 2,7% ao mês.

Fica suspensa, por 120 dias, a exigência de recadastramento anual de aposentados, pensionistas; bem como realização de visitas técnicas para comprovação de vida.

Todas as informações sobre os auxílios financeiros dados pelo Governo Federal podem ser conferidas no site do Ministério da Economia, que está sendo atualizado com frequência. Não distribua fake news, confie apenas nas informações divulgadas pelas fontes oficiais.

Dicas para se proteger e proteger o seu bolso

Vimos como o coronavírus se alastrou pelo mundo, quais os impactos disso no nosso dia a dia, na economia, nas nossas atividades e relações pessoais e como toda essa pandemia afeta a vida de todo mundo.

Diante desse cenário, o que fazer para nos proteger e proteger o nosso bolso? Confira algumas dicas rápidas!

  • fique em casa o máximo possível. A recomendação nº1 não poderia ser outra;
  • pense no coletivo. Mesmo que você não esteja no grupo de risco, certamente, há alguém que você ama que está nele e precisa ser protegido;
  • aproveite a iluminação do sol e circulação natural dos ventos para economizar na conta de luz;
  • não compre itens além do necessário; outras pessoas também precisam de alimento e proteção;
  • aproveite para pesquisar preços e comprar pela internet; várias empresas estão dando descontos nesse período para estimular as compras virtuais;
  • ajude pequenos comerciantes, produtores, os artesãos e os pequenos negócios de forma geral. Eles são muito mais suscetíveis à quebra do que as grandes companhias;
  • invista em atividades prazerosas e que estimulem o bem-estar em família; este é um momento em que há muito medo, angústias e incertezas. Não negligencie a busca pela saúde mental!

Nosso blog parceiro, o Cuide da Sua Bolsa, reuniu algumas das principais recomendações a serem seguidas nesse momento, que demanda calma, responsabilidade e, sobretudo, solidariedade:

Não deixe de arrastar para o lado para conferir todas as dicas!

Por fim, entenda que fazendo a nossa parte, essa pandemia vai passar mais rápido e, aos poucos, a nossa rotina será retomada e saúde do nosso bolso também!

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Aline Oliveira

Jornalista formada pelo UniBH, com especialização em Marketing Digital. Adora conversar sobre economia, finanças, investimentos, empreendedorismo e carreira.

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